CALVÍCIE

 



alopecia androgenética, também chamada de calvície genética, é a forma mais comum de perda de cabelos em homens.
Ela pode atingir até cerca de 80% da população masculina aos 80 anos e 40% das mulheres após a menopausa.
Acredita-se que calvície seja resultado de uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais .
A hereditariedade é a principal responsável pelo desenvolvimento da alopecia em homens, contribuindo com 80% da predisposição para ser calvo.
Mulheres com calvície  referem parentes calvos em até 54% dos casos, principalmente quando o início do quadro começou antes dos 40 anos de idade.
O fato da alopecia androgenética se manifestar com diferentes graus de intensidade e em diferentes idades dentro de uma mesma família sugere que haja mais de um gene responsável pela manifestação dessa condição, além de ter outros fatores que regulem a intensidade dessa herança genética. 

Genética: princípios básicos

O gene é um segmento de DNA com o código necessário para produzir alguma característica física ou funcional do corpo.
As caraterísticas físicas únicas de cada pessoa são determinadas, dentre outros, por pequenas diferenças na sequência do DNA de cada gene.
Os genes estão agrupados em estruturas maiores chamadas cromossomos. Cada cromossomo tem diversos genes.
Dessa forma, em um mesmo cromossomo há informação para determinação de mais de uma característica física de uma mesma pessoa. Por outro lado, uma característica também pode depender de informações contidas em genes de mais de um cromossomo.
Cada pessoa tem 23 pares de cromossomos, ou seja, 46 cromossomos. Desses, existe um par de cromossomos sexuais chamados X e Y. A combinação deles determina o sexo genético da pessoa, sendo XY o homem e XX a mulher.
Em cada par de cromossomos, existem 2 cópias pareadas de cada gene, um herdado do pai e outro da mãe.
Assim, filhos herdam 1 gene de cada genitor.

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